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Confira aqui os melhores artigos sobre Marketing Digital.

Temporada Black Friday: muito além da sexta-feira

6 de setembro de 2018
Temporada Black Friday: muito além da sexta-feira. Fique atento para aproveitar ao máximo os sinais de intenção do consumidor ao longo de uma jornada que está prestes a começar. Uma maneira de fazer isso é gerando leads, ou seja, prendendo o interesse do seu público desde o início das buscas específicas de cada uma das datas da Temporada (Black Friday, Cyber Monday, 13º etc.), procurando ser ainda mais assertivo na comunicação. Na Era da Assistência, quem sabe atender, cria valor. E QUEM NÃO COMPRA, TEM MEDO DE QUÊ? Algumas pessoas ainda evitam a Black Friday. Muitas delas desconfiam das promoções que são feitas, o que reflete o estigma da “Black Fraude”, em que as empresas são acusadas de inflar preços antes da sexta-feira e promover “falsos descontos”. Mas a falta de dinheiro é o principal obstáculo para os consumidores que não participaram da data. Já outras rejeitam qualquer tipo de compra online, e o principal motivo é porque têm medo de sofrer golpes ao jogar seus dados na internet. UMA PORTA DE ENTRADA PARA A COMPRA ONLINE Os números mostram que muita gente está disposta a virar e-shopper, e a Black Friday é uma chance para essas pessoas colocarem os dois pés no mundo das compras digitais. Nesse cenário, a classe C importa, e muito, já que nela se encontra o maior potencial de novos compradores, seja para a Black Friday, seja para o e-commerce. Nesse grupo estão 90% das pessoas que não compram online e mais de ⅔ dos que nunca participaram da Black Friday. E mais: em 2017, a cada 10 “estreantes” na data, 6 pertenciam à classe C2. A TEMPORADA DO “EU MEREÇO” E qual é a maior finalidade de compra da Black Friday? O consumo aqui tem características próprias, descoladas dos outros eventos do ano. Nessa hora, a pessoa quer aproveitar boas ofertas e comprar itens para si e para a sua casa; ou seja, produtos de alto valor agregado (como uma geladeira nova, uma TV ou um computador). Em resumo, a Black Friday é a data em que o consumidor diz: “eu mereço”. Não à toa, o produto estrela da data é o smartphone. Quando as pessoas tiram o melhor da Black Friday, elas querem mais. Na esmagadora maioria dos casos, elas afirmam que vão repetir a dose esse ano; e mesmo as que nunca compraram, não descartam a possibilidade de ter sua primeira experiência em novembro. Para 46% das pessoas que compram online na Black Friday, o preço ainda é o principal driver de compra, mas elas se preocupam cada vez mais com outros fatores. E para uma experiência on-to-off completa na Black Friday, muita gente vê a mobilidade como algo fundamental. Aí vem a importância dos apps, que ajudam os compradores a qualquer hora e em qualquer lugar. BLACK FRIDAY MATANDO O NATAL? #FAKENEWS Pensou que o sucesso da Black Friday no Brasil tinha “canibalizado” as vendas do Natal, já que as datas são próximas? Pensou errado: as tendências de consumo são bastante diferentes nos dois eventos. Se na Black Friday as

Por que o usuário não fica muito tempo no seu site? 

29 de agosto de 2018
Você sabe por que o usuário não fica muito tempo no seu site? Nós temos as respostas:   Leva uma eternidade para carregar Não é otimizado para celular Oferece pouca navegação Usa pop-ups excessivos Contém conteúdo multimídia que reproduz automaticamente Vangloria-se de animações desorientadoras Cheio de imagens genéricas Não explica claramente o que sua empresa faz O que fazer para ter um site bem feito? Princípios básicos Crie páginas principalmente para os usuários, e não para os mecanismos de pesquisa. Não engane seus usuários. Evite truques para melhorar a classificação nos mecanismos de pesquisa. Um bom parâmetro é imaginar se você se sentiria à vontade se tivesse que justificar suas ações para um site concorrente ou a um funcionário do Google. Outro teste útil é perguntar a si mesmo: “Isso ajudará meus usuários? Eu faria isso se os mecanismos de pesquisa não existissem?” Pense sobre o que faz seu site ser especial, valioso ou cativante. Faça ele se destacar da concorrência. Diretrizes específicas Evite as seguintes técnicas: Conteúdo gerado automaticamente Participação em esquemas de links Criação de páginas com pouco ou nenhum conteúdo original Técnicas de cloaking Redirecionamentos não autorizados Texto ou link oculto Doorways Conteúdo copiado Participação em programas de afiliados sem agregar valor suficiente Carregamento de páginas com palavras-chave irrelevantes Criação de páginas com comportamento malicioso, como phishing ou instalação de vírus, cavalos de Troia ou outros badwares. Abuso da marcação de rich snippets Envio de consultas automáticas ao Google   Práticas recomendadas Siga algumas práticas recomendadas: Monitoramento do seu site para procurar hackers e remover o conteúdo invadido assim que ele aparecer Bloqueio e remoção de spam gerado pelo usuário em seu site   Fontes: Google Red Website Gostou? Fale com a Safra Digital. A Safra Digital é uma agência de Performance Digital localizada em Campinas, focada em internet, novas mídias, inovação e pessoas. Unimos design, tecnologia e paixão a fim de criar soluções completas, sólidas e eficientes. Desenvolvimento de sites, aplicativos e plataformas, gerenciamento de redes sociais, campanhas no Google, Facebook, Instagram e demais soluções digitais, fazem parte do pacote de assessoria para ajudar empresas de todos os tipos, se tornarem bem sucedidas dentro e fora do universo online. Prêmios – Premiada na categoria Cyber – Mídia Festival 2015 – Hotsite “Dr. Up” – Premiada na categoria Inovação – Prêmio Lusos Portugal 2015 – Hotsite “Dr. Up” –  Premiada na categoria Cyber – Mídia Festival 2016 – Site “Lais Souza”

Varejo no Brasil: o sucesso é Omnichannel

28 de agosto de 2018
O sucesso é Omnichannel? O jeito como as pessoas fazem suas compras mudou: hoje, o público flutua livremente entre o online e o offline. Por isso, é essencial que as marcas ofereçam experiências que conectem com fluidez todos os seus pontos de contato durante a jornada do consumidor. Sabemos que já faz algum tempo que o digital se tornou parte essencial dos planos de mídia, e que para termos uma perspectiva orientada para o usuário, precisamos conhecer sua jornada de consumo do início ao fim, com todos os seus pontos de contato tanto online quanto offline. Segundo um artigo da BCG, apesar de apenas 4% do total das vendas do varejo brasileiro acontecerem online, a internet influencia mais de 50% das compras efetuadas em lojas físicas pelos consumidores conectados.1 Isso significa que as decisões de consumo já não acontecem exclusivamente quando as pessoas estão dentro da loja física com o produto nas mãos. Apesar de apenas 4% do total das vendas do varejo brasileiro acontecerem online, a internet influencia mais de 50% das compras efetuadas em lojas físicas por consumidores conectados. Com tantas fontes de informação disponíveis, a decisão de comprar vai se consolidando em diversos micro-momentos no decorrer da jornada de consumo. E uma vez que o público vive uma vida omnichannel, não faz mais sentido as marcas criarem estratégias online e offline totalmente desconectadas. Aliás, só com uma estratégia integrada é que elas conseguirão impactar o consumidor em cada um desses micro-momentos até a conversão. E é isso que a Leroy Merlin e o Magazine Luiza estão fazendo. Esses dois grandes varejistas vêm aplicando a abordagem Omnichannel em suas estratégias com resultados extremamente positivos. A seguir, veremos dois exemplos de sucesso dessas duas marcas. Leroy Merlin – Um novo patamar de performance A Leroy Merlin, marca francesa do ramo de construção e bricolagem, começou suas operações no Brasil em 1998 e hoje é a empresa líder no segmento no país. Com o crescimento do digital, eles se viram diante de um grande desafio: como obter o maior retorno possível de sua estratégia de mídia online sendo parte de uma indústria que tem como principal característica a experiência no ponto de venda? O primeiro passo foi priorizar as visitas às lojas físicas na hora de avaliar o sucesso das campanhas digitais. Em seguida, a marca reviu sua forma de trabalhar a experiência do consumidor para tornar o trânsito dos clientes e potenciais cliente entre o online e o offline o mais fluido e consistente possível. Para isso, foram usadas campanhas de Display e no Google Shopping com o objetivo de estimular o cliente a ir à loja. Uma tática muito importante nesse processo foi o uso dos Anúncios de Inventário Local, que mostram seus produtos em estoque nas lojas das redondezas de onde o usuário faz a busca, os horários das lojas, endereços e muito mais. Visitas às lojas se tornou nosso principal KPI e, com o Google Shopping, nós atingimos um novo patamar de performance. – Diego Lemos, Digital Coordinator – Leroy Merlin Brasil O resultado final da campanha foi excelente. Comparando com os resultados do

Como atender melhor seus clientes B2B?

20 de agosto de 2018
3 insights para atender melhor seus clientes B2B A forma como clientes B2B pesquisam e compram mudou drasticamente nos últimos cinco anos. Foi-se o tempo em que compradores visitavam seus representantes locais ou consultavam um catálogo para fazer pedidos. Com o digital ditando as regras, muitos deles agora começam a jornada de compras sem sequer pisar numa loja, mesmo que acabem comprando nos canais offline. Pesquisas recentes mostram que em média 67% das compras dos setores de fabricação industrial e logística tiveram influência do digital1. Como resultado, vemos surgir um novo comportamento de compra B2B, que acontece na fronteira entre o online e o offline. Como anunciantes, temos que entender melhor esse novo comportamento para estarmos presentes nos momentos em que os clientes mais precisam de nós – seja online ou offline – para, em última instância, aumentar o customer lifetime value. Confira a seguir três insights que podem ajudar a melhorar seu atendimento aos clientes B2B: Compradores B2B investem toda sua curiosidade na pesquisa online A maioria dos compradores dos canais offline são influenciados de alguma forma pelo online, e eles fazem uma quantidade imensa de pesquisas. Antes de fechar uma compra, os clientes B2B geralmente consultam catálogos digitais, fazem várias buscas no Google e visitam os sites dos fornecedores. Eles conferem as especificações dos produtos e comparam marcas, a fim de encontrar as melhores ofertas ou promoções. Só depois é que eles fazem a compra na loja física. Neste estágio inicial, em vez de segmentar, eles investem em buscas mais abrangentes: 58% dos compradores da indústria iniciam sua pesquisa online por um determinado produto (por exemplo, cortador de grama ou pneu) e depois a incrementam com uma marca específica2. Independentemente da categoria, a maioria dos compradores que fazem pesquisas online consideram pelo menos duas marcas. Com o digital, as visitas às lojas ficaram mais curtas A busca, assim como outras tecnologias digitais, ajuda as pessoas a tomarem decisões mais rapidamente, o que deixa o comprador mais impaciente. O intervalo entre começar uma pesquisa e puxar o cartão de crédito não é longo – às vezes, não passa de um dia. E esqueça aqueles clientes que costumavam fazer várias visitas à sua loja; graças aos benefícios do digital, a maioria dos compradores B2B se sentem seguros de fechar a compra logo na primeira visita.   Mas não se engane achando que estes compradores não fizeram antes uma investigação criteriosa – a internet permite que o cliente B2B pesquise e tome decisões de forma ágil. As plataformas digitais, assim como os sites de lojistas e terceiros, são a última parada antes da compra para muitos clientes B2B3. Para muitos compradores B2B, a última parada é online. Clientes que compram offline costumam engajar online Abordar as pessoas no digital, no momento certo e com o conteúdo apropriado, é um dos segredos para gerar fidelidade à marca. Ainda assim, uma pesquisa recente mostrou que metade dos compradores de serviços logísticos não recebem qualquer tipo de contato do fornecedor após a compra, seja um e-mail ou um convite para baixar o app ou criar uma conta online4. As empresas do mercado B2B que quiserem viabilizar o crescimento a

Lei Geral de Proteção de dados pessoais é sancionada

15 de agosto de 2018
Lei Geral de Proteção de dados pessoais é sancionada, com vetos. A Lei Geral de Proteção de Dados – marco legal que regulamenta o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil – foi sancionada e publicada nesta quarta-feira (15) no Diário Oficial da União (Lei 13.709 de 2018). O texto garante maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais, exigindo consentimento explícito para coleta e uso dos dados e obriga a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados. Houve uma série de vetos do Executivo, entre eles, à criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), uma espécie de agência reguladora para a atividade. A nova lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara PLC 53/2018, aprovado por unanimidade e em regime de urgência pelo Plenário do Senado em julho. O tema mobilizou o Congresso principalmente depois do vazamento de dados dos usuários do Facebook, uma das maiores redes sociais, coletados pela empresa Cambrigde Analytica e usados nas últimas eleições nos Estados Unidos. O texto sancionado pela Presidência da República será aplicável mesmo a empresas com sede no exterior, desde que a operação de tratamento de dados seja realizada no território nacional. A lei entrará em vigor daqui a um ano e meio. Autoridade Nacional de Proteção de Dados O presidente da República, Michel Temer, vetou a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados depois de consultar os ministérios da Justiça; da Fazenda; da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; da Segurança Pública; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e o Banco Central. A ANPD seria vinculada ao Ministério da Justiça e teria função de órgão regulador para fiscalizar as normas da nova lei, além de aplicar sanções. Na razão para o veto, Temer alegou que a criação da ANPD implicaria em inconstitucionalidade do processo legislativo por trazer vício de iniciativa (a criação teria que partir do Executivo Federal). Mas o presidente já sinalizou que concorda no mérito com a criação do órgão, e que enviará um projeto de lei para tal. Foi vetada ainda a implantação do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, que auxiliaria a ANPD. A justificativa para o veto também alegou vício de iniciativa. Dados compartilhados com o poder público Outro mecanismo vetado era o que obrigava a publicidade de dados pessoais compartilhados com entidades de direito público. Temer alegou que “a publicidade irrestrita da comunicação ou do uso compartilhado de dados pessoais entre órgãos e entidades de direito público, imposta pelo dispositivo, pode tornar inviável o exercício regular de algumas ações públicas como as de fiscalização, controle e polícia administrativa.” Suspensão ou proibição de banco de dados Foi vetada ainda a suspensão do funcionamento de banco de dados ou ainda a proibição do exercício de suas atividades por conta de infrações à nova lei. A justificativa foi de que as sanções administrativas de suspensão ou proibição do funcionamento ou exercício da atividade relacionada ao