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Lei Geral de Proteção de dados pessoais é sancionada

15 de agosto de 2018
Lei Geral de Proteção de dados pessoais é sancionada, com vetos. A Lei Geral de Proteção de Dados – marco legal que regulamenta o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil – foi sancionada e publicada nesta quarta-feira (15) no Diário Oficial da União (Lei 13.709 de 2018). O texto garante maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais, exigindo consentimento explícito para coleta e uso dos dados e obriga a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados. Houve uma série de vetos do Executivo, entre eles, à criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), uma espécie de agência reguladora para a atividade. A nova lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara PLC 53/2018, aprovado por unanimidade e em regime de urgência pelo Plenário do Senado em julho. O tema mobilizou o Congresso principalmente depois do vazamento de dados dos usuários do Facebook, uma das maiores redes sociais, coletados pela empresa Cambrigde Analytica e usados nas últimas eleições nos Estados Unidos. O texto sancionado pela Presidência da República será aplicável mesmo a empresas com sede no exterior, desde que a operação de tratamento de dados seja realizada no território nacional. A lei entrará em vigor daqui a um ano e meio. Autoridade Nacional de Proteção de Dados O presidente da República, Michel Temer, vetou a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados depois de consultar os ministérios da Justiça; da Fazenda; da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; da Segurança Pública; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e o Banco Central. A ANPD seria vinculada ao Ministério da Justiça e teria função de órgão regulador para fiscalizar as normas da nova lei, além de aplicar sanções. Na razão para o veto, Temer alegou que a criação da ANPD implicaria em inconstitucionalidade do processo legislativo por trazer vício de iniciativa (a criação teria que partir do Executivo Federal). Mas o presidente já sinalizou que concorda no mérito com a criação do órgão, e que enviará um projeto de lei para tal. Foi vetada ainda a implantação do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, que auxiliaria a ANPD. A justificativa para o veto também alegou vício de iniciativa. Dados compartilhados com o poder público Outro mecanismo vetado era o que obrigava a publicidade de dados pessoais compartilhados com entidades de direito público. Temer alegou que “a publicidade irrestrita da comunicação ou do uso compartilhado de dados pessoais entre órgãos e entidades de direito público, imposta pelo dispositivo, pode tornar inviável o exercício regular de algumas ações públicas como as de fiscalização, controle e polícia administrativa.” Suspensão ou proibição de banco de dados Foi vetada ainda a suspensão do funcionamento de banco de dados ou ainda a proibição do exercício de suas atividades por conta de infrações à nova lei. A justificativa foi de que as sanções administrativas de suspensão ou proibição do funcionamento ou exercício da atividade relacionada ao

Mudanças no atendimento do SAC vão priorizar solução ao consumidor na primeira ligação

24 de julho de 2018
Mudanças no atendimento do SAC vão priorizar solução ao consumidor na primeira ligação Mudanças nas regras sobre reclamações dos consumidores feitas nos serviços de atendimento a clientes das empresas (SAC) vão priorizar a solução das demandas dos reclamantes no primeiro atendimento, informa o titular da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Arthur Rollo. As regrais atuais (decreto 6523/2008) tratam exclusivamente do atendimento telefônico, deixando de lado outros meios de tratamento das reclamações (redes sociais, internet, chat, aplicativos), embora sejam utilizados com eficiência pelas empresas e com grande aceitação dos consumidores. A Senacon defende a preservação do que existe de bom e inclusão das novas tecnologias na regulamentação, especialmente a utilização da inteligência artificial nos atendimentos. A ideia inicial é estender as regras do SAC, hoje restrita aos serviços regulados pelo poder público federal, para os sites de comércio eletrônico. Isso vai assegurar, por exemplo, mais facilidade no exercício do direito de arrependimento no prazo de sete dias, já prevista no Decreto nº 7962, de 15/3/2013, que trata das compras pela internet. “A facilitação do atendimento aos  consumidores e do exercício do direito de arrependimento previstos no decreto do comércio eletrônico não estão sendo observados”, constata. “É um setor bastante reclamado e que precisa ser melhor fiscalizado”, argumenta Rollo. A priorização da solução dos problemas do cliente na primeira ligação (”first call resolution”, na linguagem dos especialistas) passa ser o foco das discussões de alteração. “De nada adianta esperar apenas sessenta segundos e não transferir a ligação, se o problema do consumidor não é resolvido na primeira ligação e ele precisa ligar outras vezes para ter o problema solucionado. Temos que limitar o tempo máximo de atendimento e incentivar os fornecedores que solucionam as reclamações no primeiro contato, observa Arthur Rollo. A Senacon defende a modernização das regras em vigor, de forma a tornar mais assertiva a aplicação do Código do Consumidor (Lei 8078, de 11/9/1990), que acaba de completar 27 anos. A proposta de decreto com a nova regulamentação está em fase inicial de discussões na secretaria, para envio à Casa Civil e aprovação da presidência para publicação. O secretário enumerou para o Portal da Justiça (www.justica.gov.br) nesta quarta-feira (20) as principais ideias em estudo: . auditorias internas e externas nos SAC das empresas com expedição de relatórios periódicos à Senacon, assinados pelos responsáveis legais com poder de mando; . obrigatoriedade de criação de ouvidorias, para atenderem às reclamações quando o SAC não der a primeira solução; . obrigatoriedade do call back pelo atendente do SAC nas ligações interrompidas involuntariamente; . fixação de tempo máximo para solução da demanda e encerramento da ligação; . obrigatoriedade da emissão de algum tipo de comprovante de atendimento para o consumidor (gravação da conversa telefônica e prints das telas dos atendimentos eletrônicos; e, . garantia de efetivo acesso às gravações das conversas mantidas entre os consumidores e os SACs.   Fonte: Ministério da Justiça  

Shoppings se reinventam com avanço de varejo online no Brasil

20 de julho de 2018
Reuters Por Gabriela Mello – A evolução do comércio eletrônico no Brasil vem ocorrendo mais lentamente que em outros mercado desenvolvidos como Estados Unidos e China, mas já desafia as empresas que atuam no segmento varejista a redesenhar as operações para se adaptarem às mudanças no comportamento do consumidor. Nos últimos anos, as operadoras de shopping centers vinham se antecipando ao movimento do ecommerce no país, reforçando a oferta de serviços e opções de entretenimento, além de buscarem alternativas à perda das receitas com estacionamento. “O Brasil até largou na frente nesse quesito… O impacto do ecommerce vai ser sentido, mas em menor grau que nos Estados Unidos”, afirmou à Reuters o analista do BTG Pactual, Gustavo Cambauva. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai, os shoppings no Brasil são mais que centro de compras e não necessariamente precisam competir com o comércio eletrônico. Em vez disso, ele aposta que o setor pode assumir papel central no desenvolvimento do ecommerce no país, que ainda esbarra em questões de infraestrutura logística. “O que torna nossos shoppings uma joia é a localização… Eles seriam centros de distribuição perfeitos”, disse Humai. Uma das consequências da mudança de hábitos dos consumidores em direção a compras online e da proliferação de aplicativos de transporte como Uber é o recuo na atividade dos estacionamentos dos shoppings, uma das fontes de receitas dos empreendimentos. A Multiplan apurou crescimento de 12 por cento na receita de estacionamento de seus shoppings em 2015, conta que recuou para queda de 0,5 por cento no ano passado. Na rival Iguatemi, a linha passou de expansão de 18 por cento para alta de 4 por cento no mesmo período. Já a BRMalls viu a expansão de 11 por cento passar para apenas 0,6 por cento. “Na pior das hipóteses convertemos parte dos nossos 570 shoppings em centros de distribuição”, comentou o presidente da Abrasce se referindo ao número de empreendimentos atuais no Brasil. A estratégia de olhar os shoppings como centrais de distribuição de produtos espelha a de grandes redes de varejo como a Via Varejo, que está construindo mini galpões em lojas físicas para acelerar os prazos de entrega de mercadorias compradas pela Internet. Isso ocorre num momento em que o setor se esforça para integrar os canais online e offline, enquanto a concorrência se acirra com uma atuação possivelmente mais intensa da gigante norte-americana Amazon no mercado brasileiro. No início do ano, a Reuters noticiou que a Amazon estava se reunindo com fornecedores locais de itens eletrônicos, perfumaria e outros produtos, além de negociar a locação de um galpão em Cajamar (SP) e um acordo com a companhia aérea Azul para entrega de mercadorias. “Se vem uma Amazon ou um Alibaba podemos negociar que nossos shoppings sejam os centros de distribuição para eles”, afirmou Humai. Uma das primeiras administradoras de shopping centers a se aventurar no ecommerce foi a BRMalls, que há cerca de três anos introduziu um projeto piloto em seu Shopping Metrô Santa

Cannes 2018: os melhores cases em data creativity by Google

16 de julho de 2018
Cannes 2018: os melhores cases em data creativity by Google Analisando o que rolou de melhor em data creativity no Festival de Cannes 2018, Stuart Bowden, Global Chief Strategy Officer da Wavemaker, a segunda maior rede de agências de mídia do mundo, conta o que mais chamou sua atenção e o que estes trabalhos representam para o futuro da publicidade. Falar sobre criatividade e dados é sempre polêmico: alguns dizem que os dados vão matar a criatividade; outros juram que a criatividade só tem a melhorar com a influência dos dados. Acontece que esse ano tivemos mais de 500 inscrições na categoria de data creativity do Festival de Cannes e esse número me faz crer que essa é uma discussão que já não faz o menor sentido. Não é fácil resistir à tentação da conversão rápida proporcionada pelos dados. Por isso, é ótimo quando vemos tanto interesse em uma categoria como data creativity, que mostra que trabalhos de curto prazo também podem ser feitos com muita imaginação e entusiasmo. Melhor ainda foi ver o Palais lotado de grandes promessas que a gente sabe que só tem a contribuir para o crescimento das marcas. Confira a seguir alguns cases e insights que ficarão na minha cabeça por um bom tempo, mesmo após o fim do festival: 1. Dados podem tornar as “sacadas” mais divertidas “A primeira maratona mundial de bebês”, Kimberly-Clark, África do Sul Sabe quando as pessoas penduram câmeras em seus gatos para ver o que eles fazem enquanto elas estão no trabalho? É tipo isso, só que com bebês e pedômetros. Quatro bebês fofos foram monitorados em tempo real para ver qual delas batia a marca de 21 quilômetros primeiro. Isso mostrou o quanto as crianças se movimentam e porque elas precisam das fraldas flexíveis e confortáveis da Huggies. Por que o case é relevante? Às vezes, tudo que a gente precisa fazer é juntar a proposta de valor do produto com um brainstorm simples para criar uma campanha eficiente no curto prazo. Agora, quando colocamos uma pitada de dados na receita e estimulamos a competição, criamos um verdadeiro imã social. Ah, caso você esteja se perguntando sobre os resultados, a campanha gerou 29% de crescimento em vendas, com um ROI de 29:1. O que isso diz sobre o futuro da publicidade? Ou que todas as marcas usarão competições de bebês em suas campanhas no futuro, ou que dados realmente deixam os insights criativos mais divertidos. 2. Contexto + dados = anúncios personalizados = magia “Transformando dados em dólares”, Xfinity Mobile, USA Eu amo este projeto e queria ter participado dele. Fico furioso (e ao mesmo tempo, feliz) por alguém ter criado isso. A ideia é simples. Pacotes de dados para celular são caros nos EUA, mas como é difícil separar e identificar o custo exato de cada um dos seus itens, as pessoas geralmente aceitam as regras das operadoras sem questionar. Os gênios da Goodby Silverstein & Partners calcularam a quantidade de dados necessária para assistir a 2000 vídeos populares do YouTube. Então, quando a

Comprova: uma coalizão para combater o conteúdo enganoso online durante as eleições

10 de julho de 2018
Comprova: uma coalizão para combater o conteúdo enganoso online durante as eleições Em outubro, 138 milhões de brasileiros vão às urnas para eleger o próximo presidente do maior país da América Latina. Nos últimos anos, trabalhamos junto de empresas de jornalismo ao redor do mundo com iniciativas como Electionland nos Estados Unidos, Verificado no México, e CrossCheck na França para ajudar a combater notícias enganosas durante as campanhas eleitorais. No Brasil, estamos expandindo esse trabalho com o lançamento do Comprova, um esforço jornalístico colaborativo para verificar a autenticidade do conteúdo que é compartilhado na web relacionado à campanha presidencial. A iniciativa é uma colaboração do First Draft, um projeto no Centro Shorenstein na Escola Kennedy de Harvard, Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), Projor (Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo), Associação Nacional de Jornais, e 24 organizações jornalísticas. O projeto é fundamental dentro do escopo da Google News Initiative, que trabalha com redações do mundo todo para elevar a qualidade do jornalismo e combater o conteúdo enganoso. E porque os brasileiros são ávidos consumidores de notícias nas redes sociais e na busca, principalmente usando smartphones, o Comprova vai se concentrar em conteúdo enganoso que circula nos dispositivos móveis. Os brasileiros poderão usar seus smartphones para enviar sugestões sobre boatos e histórias que eles gostariam que fossem verificadas pela coalizão — e também se inscreverem para receber notificações quando novas análises forem publicadas. A First Draft desenvolveu recursos tecnológicos novos especificamente para este projeto para que os jornalistas possam monitorar as redes de conteúdo enganoso e colaborar online em tempo real em todo o território nacional. As organizações vão produzir recursos visuais compartilháveis para informar suas audiências sobre a autenticidade dos boatos, como pequenos vídeos e fotos feitas especialmente para celulares. O conteúdo também será publicado no site do Comprova e das organizações parceiras. A coalizão é liderada pela Abraji e também reúne recursos e especialidades do Google e de outras plataformas de tecnologia, como o Twitter, Facebook, NewsWhip — e também de associações e organizações de notícia de todo o Brasil. O grupo compartilha de um objetivo comum — contribuir para que os brasileiros tenham acesso a informações de qualidade quando forem votar em outubro. Você pode seguir o Comprova acessando o próprio site da coalizão, ou os perfis no YouTube, no Twitter e no Facebook. A eleição ocorrerá apenas mais para o fim do ano, mas ainda há muito o que fazer até lá. Para mais informações sobre a Google News Initiative, incluindo treinamento, dados e ferramentas para jornalistas, visite g.co/newsinitiative. Fonte: Marco Túlio Pires, Coordenador do Google News Lab no Brasil